sábado, 8 de abril de 2017

Obras na Casa de Hóspedes

O Mosteiro Terra Santa está sendo construído na cidade de Ji-Paraná.
Esta semana retornamos as obras.
Contratamos um pedreiro para fazer a calçada entre a casa de Hospedes e a Edícula com a Copa e Cozinha.
Colocamos também quatro torneiras em volta da Casa de Hospedes para facilitar o trabalho da jardinagem.
Os jardins de Orações estão sendo limpos para receber novas plantas e flores.
Agradecemos aos nossos primeiros monges Reginaldo e Adriana que residem no local e cuidam com todo carinho.
Louvado seja o Senhor.

Veja as lindas fotos:

Calçada ficando linda

Pedreiro Robson - aliançado da OESI

Calçada linda

Nascimento do sol na manhã de quinta-feira santa

Nascimento do Sol na quinta-feira santa


Inicio das Obras - Robson Gonçalves - Pedreiro e aliançado da OESI

Calçada entre a Casa de Hóspedes e a Edícula

Calçada

Calçada que receberá o contra piso

Preparado para o contra piso

Calçada

Valetas para o encanamento das torneiras do jardim

Preparação da parte hidraaulica

Torneira colocada nos quatro cantos da casa de Hóspedes 

Torneira

vista da casa com as torneiras

Vista esquerda da casa

frente da casa

frente da casa

parte da edícula

limpeza na frente da casa

Jardim Betânia

Local da Capela

Jardim das Bem-aventuranças

Jardim Tabgha

Jardim Getsêmani

Jardim Tabgha

Jardim Tabgha

Jardins Peniel e Betânia. Obreiros trabalhando

Jardim Betânia

Início do caminho de Emaús

jardim ein- Karem

Instruções para orar no Jardim Terra Santa

Instruções:

Faça o retiro sem pressa. São oito estações que devem ser vivenciadas com calma e mansidão. Concentre seus pensamentos no momento que você está vivendo agora.
Em cada estação pode ser cantado um louvor ao Senhor. 
Fique atento nas palavras do Diretor Espiritual (o guia que te conduzirá pelos caminhos de oração). 
Evite ficar olhando o celular ou conversando com o irmão.
Leia as passagens em sua própria Bíblia e faça as anotações necessárias em um caderno.
Guarde em seu coração o que Deus estará falando com você.
Deixe para tirar fotos depois que fizer todo o caminho de oração.
Depois que fizer o caminho de oração, volte e passe um tempo de oração em uma estação que mais te chamou a atenção.
Você poderá voltar aqui sempre.
Se possível, da próxima vez, traga um vaso de flores para colocar em seu jardim de oração preferido. Faça isso como um gesto de louvor e adoração ao Senhor.

Vídeo do Jardim






terça-feira, 21 de março de 2017

A OESI e a Espiritualidade Clássica

Leia o importante texto abaixo:

A Reforma Protestante e a espiritualidade clássica

Osmar Ludovico

A igreja evangélica atual tem origem na Reforma, e ao longo do tempo recebeu a contribuição de diversos movimentos, como anabatismo, puritanismo, pietismo, avivamentos do século 18, sociedades missionárias, fundamentalismo, pentecostalismo clássico e missão integral. O conjunto destes movimentos iniciados com a Reforma é o que conhecemos como protestantismo. Vivemos atualmente sob o impacto do controverso movimento neopentecostal. Foram sopros do Espírito Santo ao longo da história, intervenções de Deus para dentro da realidade humana, com suas instituições, seu poder político e econômico. Nenhum destes movimentos é perfeito -- cada um deles tem luzes e sombras. É um equívoco abraçar algum deles incondicionalmente. A tendência que se observa é abraçar um destes movimentos como a última e definitiva revelação de Deus e excluir os demais, considerando-os inferiores e muitas vezes até hereges.

Como cada um destes movimentos tem aspectos positivos e negativos, torna-se fácil criticá-los e combatê-los, principalmente porque, em geral, a partir da segunda e da terceira gerações após a visitação de Deus, a tendência é o engessamento e a institucionalização, com suas estruturas de poder.

Ser evangélico hoje significa andar nos passos dos reformadores e destas outras contribuições, seja buscando alguma integração, seja na ênfase de uma só delas. No entanto, não se trata de eleger uma ou outra, mas de discernir o sopro do Espírito, que, de tempos em tempos, renova algum aspecto que foi negligenciado ou esquecido da teologia e da prática de Jesus de Nazaré. Trata-se de julgar e reter o que há de bom em cada uma delas e receber com alegria esta preciosa herança, aprendendo com a história e com aqueles que trilharam o caminho da fé, da esperança e do amor antes de nós.

A Reforma aconteceu no século 16. O que podemos aprender dos primeiros 1500 anos da história da Igreja? Muitos evangélicos esclarecidos dizem: nada. Antes da Reforma só existiam duas igrejas cristãs: a romana e a ortodoxa. Lutero e Calvino eram agostinianos e lemos abundantes citações dos Pais da Igreja nas “Institutas” de Calvino. Precisamos confessar, como evangélicos, nosso preconceito e orgulho. Até hoje, olhamos com suspeita para tudo o que aconteceu no seio da Igreja de Cristo anterior à Reforma por considerar esta contribuição como católico-romana e achar que do catolicismo não pode vir nada valioso.

Durante os primeiros 1500 anos de história da Igreja, o Espírito Santo soprou várias vezes. A espiritualidade clássica engloba a contribuição dos santos e doutores da igreja nos movimentos da patrística, da monástica e da mística medieval, isto é, o vento do Espírito anterior à Reforma.

O que se observa hoje é que alguns protestantes se debruçam sobre este período, a espiritualidade clássica, com o desejo de aprender e integrar na experiência evangélica aquilo que há de bom. Evangélicos como Hans Burki, James Houston, Eugene Peterson, Alister McGrath, Richard Foster, Ricardo Barbosa estão redescobrindo a riqueza da espiritualidade clássica, como contribuição vital para a igreja de hoje. Católicos contemporâneos, como Henri Nouwen, Anselm Grun, Thomas Merton e outros, também buscam resgatar esta tradição. A Comunidade de Taizé, fundada pelo reformado Irmão Roger, tem alcançado muitos jovens na Europa e outros países, com sua proposta de reconciliação, integrando o que há de bom nas tradições ortodoxa, católica e reformada.

É uma falácia achar que a Reforma do século 16, apesar de sua importância fundamental, é o único e definitivo mover do Espírito Santo na história da Igreja e que nada de bom aconteceu nos séculos precedentes. Felizmente, para nós, estes antigos movimentos estão documentados e podemos aprender com eles.

Alguns esclarecimentos que se fazem importantes acerca da espiritualidade clássica:
1. Não é um produto. Não é mais uma mercadoria na prateleira religiosa para um mercado ávido por consumir novidades. Trata-se de um olhar mais profundo para os conteúdos e a prática da fé cristã, ancorado na experiência com a Palavra e com o Espírito Santo, para vivermos a vida de Cristo em nós.

2. Não é uma prática mística, alienante, baseada em técnicas religiosas que produzem sensações agradáveis e felicidade instantânea. Suas ênfases no silêncio e na solitude, na meditação e na contemplação não são fins em si mesmos, mas meios para uma vida de santidade e serviço ao próximo. Com a “Lectio Divina”, nós evangélicos podemos resgatar uma leitura bíblica com o coração, com os afetos.

3. Embora a monástica seja malvista pelos evangélicos, é inegável seu impacto no Ocidente. No terceiro século, após a conversão de Constantino e de o cristianismo se tornar a religião oficial do império, homens e mulheres se retiraram em regiões ermas e remotas para orar e ler a Bíblia. Surgiram os mosteiros e as regras. Ao redor do mosteiro floresceu a civilização ocidental: a biblioteca gerou a academia, o espaço do sagrado atraiu artistas, o “ora et labora” desenvolveu tecnologias de cultivo, preparo e conservação de alimentos. 

4. O resgate da espiritualidade clássica não busca resultados, ou conquistar o mundo; muito menos causar um impacto na igreja. Em vez disso, se remete ao simples, ao pequeno, ao fraco. Não é para ser “marqueteado”, sistematizado, explicado, reproduzido. Não busca uma recompensa imediata. Não é para ganhar nada; é um caminho para aqueles que amam o Pai, o Filho e o Espírito Santo, para aqueles que abriram mão do poder e querem simplesmente crescer na comunhão com Deus, ouvir sua voz e responder com dedicação e consagração. 

A “multiforme” sabedoria de Deus não é uma experiência de conhecimento que pertence a um indivíduo, a um grupo ou a um movimento. Ela engloba o patrimônio de revelação de Deus por meio da história da Igreja. Ou seja, as muitas vezes que o Espírito Santo revitalizou, renovou, corrigiu, avivou e despertou o povo de Deus de seus desvios e acomodações ao longo dos séculos e através das nações, nas três confissões cristãs: ortodoxa, romana e reformada.

Para isto, há que se vencer o preconceito evangélico, que considera que tudo o que é católico é herético e, ao fazer isto, se autoproclama dono da verdade. Assim rejeita o Pastor de Hermas, Clemente, Justino, Inácio de Antioquia, Orígenes, Policarpo, Pacômio, Antão, Bento, Atanásio, Crisóstomo, Gregório Nazianzeno, Basílio, Agostinho, Bento, Bernardo de Claraval, Francisco de Assis, Tomás de Aquino, Catarina de Siena, Inácio de Loyola, Savonarola, João da Cruz, Tereza D’Ávila, Bartolomeu de las Casas, Tereza de Calcutá e muitos outros. Estou certo de que a leitura dos pais orientais, dos santos místicos e dos doutores do passado e a apreciação do exemplo de suas vidas podem contribuir decisivamente para a igreja do século 21.

E, claro, integrando com a contribuição de John Wycliffe, Jan Huss, Lutero, Calvino, Zwínglio, George Fox, John Bunyan, John Knox, Conde Von Zinzendorf, John Wesley, Jacob Spener, George Whitefield, Charles Finney, Jonathan Edwards, D. L. Moddy, William Carey, Hudson Taylor, David Livingstone, William Booth, Karl Barth, Paul Tillich, Dietrich Bonhoeffer, Martin Luther King, John Stott, René Padilla, Samuel Escobar e tantos outros.

Sim, sou um reformado evangélico: “Sola Scriptura”, “Sola Gratia”, “Sola Fide”, “Solus Christus”, “Soli Deo Gloria”. E aberto para aprender e integrar a espiritualidade clássica em minha experiência cristã. Aprecio e sou edificado com o que aconteceu em Niceia (325), Monte Cassino (529), Assis (1223), Wittenberg (1517), Westminster (1647), Azuza Street (1905), Medellin (1968), Lausanne (1974) e com outros momentos em que o Espírito soprou na história da Igreja. É importante e promissor este diálogo entre a Reforma Protestante e a espiritualidade clássica, integrando o que há de bom nestes movimentos.

E prossigo no meu caminho: na intimidade com o Pai, sob a direção da Palavra e a inspiração do Espírito Santo; buscando a santidade de Cristo e, com a Igreja, anunciando o evangelho e servindo aos pobres. Quando falho, me arrependo, experimento a graça perdoadora e recomeço.


• Osmar Ludovico da Silva foi pastor durante trinta anos e hoje dedica-se a dirigir grupos de formação espiritual. Mora com a esposa, Isabelle, em Lauro de Freitas, BA, e participa da Igreja Batista de Vilas do Atlântico. É autor de “Meditatio” e se identifica com a missão integral e a espiritualidade clássica.

in: http://www.ultimato.com.br/revista/artigos/320/a-reforma-protestante-e-a-espiritualidade-classica

sexta-feira, 17 de março de 2017

Caminho de Oração do Mosteiro - OESI

Veja os caminho de oração do Mosteiro com ilustrações.
Deus te abençoe e ore pelo nosso projeto.


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Receba uma palavra de fé e veja os caminhos de oração do Mosteiro Terra Santa. Ore por este projeto. O Mosteiro está sendo construído na cidade de Ji-Paraná - RO.


domingo, 22 de janeiro de 2017

Trabalho no Mosteiro

TRABALHO NO MOSTEIRO - FÉRIAS NO MOSTEIRO

No dia 17 de janeiro de 2017 chegamos na cidade de Ji-Paraná as 14 horas. Depois de sermos acolhidos por irmãos desta cidade maravilhosa, fomos ao Mosteiro da OESI com o profissional da eletricidade para o orçamento e encomenda de materiais.
No dia 18 de janeiro, quarta-feira, compramos todos os materiais elétricos e hidráulicos da casa. O projeto foi de fazer toda a eletricidade da casa de Retiro e a parte hidráulica.
Na quinta-feira o profissional fez parte do encanamento e eu e a Marisa continuamos trabalhando nos jardins de oração.
Na sexta-feira tivemos a alegria de receber nossos irmãos da Igreja Metodista de Jarú liderados pelo pastor Elias Fiaux. Eles pintaram toda a casa e a edícula. Ficaram até sábado, dia 21 de janeiro.
Eu e a Marisa continuamos trabalhando nos jardins.
São quatro jardins: Tabgha (lugar da multiplicação de pães e peixes); Getsêmani (lugar a prisão de Cristo); Bem-aventuranças e Ein-Karen (lugar do encontro de Maria e Isabel).
No domingo, dia 22 de janeiro, pregamos na Igreja Metodista do Bairro Urupá em Ji-Paraná e depois fomos lanchar na casa dos aliançados da OESI: Reginaldo e Adriana Celi,
Trabalhamos até o dia 31 de janeiro na Casa de Retiro.
Ela ficou perfeita para receber a primeira família de missionários.
No dia 29 de janeiro o casal Reginaldo e Adriana, mudou para o Mosteiro Terra Santa. Os dois, três filhos e a mãe da Adriana vão ficar responsáveis pela manutenção da casa e pelo jardim de Oração.
A partir de agora a Casa estará aberta para receber intercessores para vigílias e orações nos jardins.
Tivemos a alegria de receber o Engenheiro André José que doou seu trabalho e fará o projeto da Capela da Transfiguração.
Não temos recursos humanos, mas a obra tem seguido para a glória do Senhor.
No dia 31 retornamos à Cuiabá de ônibus e no dia 01 de fevereiro pegamos o avião de volta ao Rio de Janeiro.
Foram dias de muito trabalho e conquistas. Glória a Deus.

Veja as fotos e assista ao vídeo: