domingo, 11 de março de 2012

Conversão de João de Deus

No dia 08 de março é comemorado o Dia de João de Deus.
João nasceu em Évora, Portugal, em 1495; com oito anos fugiu de casa e foi para a Espanha, onde fez obras e vivenciou inúmeras aventuras. Começou João suas histórias, cuidando do rebanho, depois com os estudos tornou-se administrador, mas encantado pelo militarismo, tornou-se soldado e combateu na célebre batalha de Pávia, onde saiu vitorioso ao lado de Carlos V.

Certa vez foi morar em Granada e lá abriu um pequeno negócio de livros, sendo que, ao mesmo tempo, passou a ouvir o grande pregador João de Ávila, que no Espírito Santo suscitou a conversão radical de João.
João se converteu por ouvir a pregação da Palavra do Senhor. Aceitou Jesus como Senhor e Salvador e passou a viver a radicalidade do Evangelho de Cristo. Do encontro com Cristo, começou sua maior aventura, que consistiu em construir com Cristo uma história de santidade.

Renunciou a si mesmo, assumiu a cruz e se colocou radicalmente nos caminhos de Jesus, quando no distribuir os bens aos pobres, e acabou sendo lançado num hospital de loucos por parte dos conhecidos, já que João começava a ter inúmeras atitudes voluntariamente estranhas, que visavam não o manicômio, mas o arrependimento e a humilhação.
Sua família, por ver atitudes radicais da conversão a Cristo, achou que João estivesse louco.

Como tudo concorre para o bem dos que amam a Deus, acabou sendo providencial o tempo que João passou sofrendo naquele hospital, pois diante do tratamento desumano que davam para os pobres e doentes mentais, o Senhor suscitou no coração de João o carisma para lidar com os doentes. Sua Missão foi socorrer os enfermos e e ver em cada enfermo o próprio Senhor Jesus..

Desta forma, João, experimentando a vida na Providência, passou a acolher numa casa alugada, indigentes e doentes, depois entregou-se ao cuidado exclusivo num hospital fundado por ele em Granada (Espanha) e assistido por um grupo de companheiros que, mais tarde, constituíram a Ordem Hospitalar de São João de Deus.
João faleceu no dia 08 de março de 1550 e deixou um Testemunho de homem convertido a Cristo na radicalidade do Evangelho.

Quaresma e a Renúncia




VENCER É PERDER

"Acumular" é verbo que queremos conjugar em todas as áreas da vida.
"Perder" é verbo que nos deprime.
Por isto, todos os conceitos, até os mais sublimes e mais sagrados, se tornam reféns da ideia de vitória como acréscimo.
Até mesmo o conceito de graça, central na fé cristã, pode sofrer deste vício. Receber a graça se tornou receber "graças", vale dizer, coisas e mais coisas, numa espiral sucessiva. Não admitimos que a graça possa implicar em perda.
Quando Jesus disse que, para segui-lo, precisamos tomar a nossa cruz, estava nos mostrando a necessidade da renúncia. Renunciar é perder.
Renunciar é abrir mão do poder que temos. Porque podemos nos ter tornado autoritários.
Renunciar é abrir mão das coisas que possuímos. Porque podemos estar seguros com elas.
Renunciar é abrir mão das ideias que esposamos. Porque podemos estar errados.
A cruz de Jesus não tem poder, senão o poder da fraqueza.
A cruz de Jesus é um convite à liberdade, que vem pela renúncia.

Texto de 
Israel Belo de Azevedo 

sábado, 10 de março de 2012

Quaresma fala da espera pela nossa própria ressurreição



Quaresma fala da espera pela nossa própria ressurreição

Orígenes (c.185-253), presbítero e teólogo em seu Comentário ao Evangelho de São João, escreveu:
Como é grande e difícil de entender o mistério da nossa própria ressurreição! Anunciado por muitos textos da Sagrada Escritura, aparece sobretudo em Ezequiel, [...] que diz: «A mão do Senhor desceu sobre mim; então, conduziu-me em espírito e colocou-me no meio de um vale que estava cheio de ossos [...] completamente ressequidos. O Senhor disse-me: «Filho de homem, estes ossos poderão voltar à vida?» Eu respondi: «Senhor Deus, só Tu o sabes.» Ele disse-me: «Profetiza sobre estes ossos e diz-lhes: Ossos ressequidos, ouvi a palavra do Senhor»» (Ez 37. 1-4). [...]

Que ossos serão esses, aos quais se diz «ouvi a palavra do Senhor» [...] senão o Corpo de Cristo, que o próprio Senhor refere, dizendo: «todos os Meus ossos se desconjuntaram» (Sl 22/21, 15)? [...] Tal como teve lugar a Ressurreição do corpo perfeito e verdadeiro de Cristo, assim nós, os Seus membros [...], seremos um dia reunidos osso a osso, articulação a articulação. Ninguém, privado desta junção, poderá chegar ao estado de «homem adulto, à medida completa da plenitude de Cristo» (Ef 4, 13). Assim, «todos os membros do corpo, apesar de serem muitos, constituem um só corpo» (1Cor 12, 12).

Vem tudo isto a propósito do Templo, do qual o Senhor disse: «O zelo da Tua casa me devora» (Sl 69/68, 10); dos judeus que Lhe pediam um sinal; por último, da Sua própria resposta [...]: «Destruí este Templo, e em três dias o levantarei». É necessário banir deste templo, que é o Corpo de Cristo, tudo aquilo que a razão recusa e é ocasião de negócio, para que, no futuro, ele não venha a tornar-se morada de mercadores. É necessário igualmente [...] que, depois da sua destruição por aqueles que recusarem a Palavra de Deus, seja levantado ao terceiro dia [...]. Assim, graças à purificação levada a cabo por Jesus, tendo abandonado tudo o que era contrário à razão e todo o tipo de comércio por causa do zelo do Verbo, Palavra de Deus, presente neles, os Seus discípulos são destruídos para serem levantados por Jesus em três dias [...], uma vez que são precisos três dias inteiros para levar a cabo essa reconstrução.
Por isso podemos afirmar, por um lado, que a Ressurreição teve lugar mas, por outro, que ainda está para vir. Em verdade, «se estamos integrados n'Ele por uma morte idêntica à Sua, também o estaremos pela Sua Ressurreição» (Rm 6, 5) [...] e «assim, em Cristo, todos voltarão a receber a vida. Mas cada um na sua própria ordem: primeiro, Cristo; depois, aqueles que pertencem a Cristo, por ocasião da Sua vinda» (1Cor 15, 22-23).

sexta-feira, 9 de março de 2012

Quaresma: Posso Produzir Uvas ou Espinhos

            
Minhas atitudes como cristão podem produzir uvas ou espinhos para o Senhor.
Nossos pecados, divisões, mundanismo e intolerância geram espinhos na coroa do Senhor Jesus.
Quaresma é tempo de reflexão. É tempo de reler a vida cristã e perguntar: Onde eu preciso me converter? O que está faltando em minha caminhada cristã? Onde tenho errado? O que precisa mudar em minha vida? Onde eu tenho praticado a idolatria? O que está me afastando do Senhor? Tenho produzido uvas para o Senhor ou tenho produzido espinhos para sua coroa?
Esta reflexão não é nova. Máximo de Turim (morto em 420d.C), bispo, em seu sermão 11, nos exorta:


Dar fruto

«A vinha do Senhor do universo, diz o profeta, é a casa de Israel» (Is 5,7). Ora, tal casa somos nós [...] e como nós somos Israel, somos a vinha. Zelemos pois por que não nos nasçam dos sarmentos, em vez de uvas de doçura, uvas de ira (Ap 14, 19), para que não nos digam [...]: «Porque é que, esperando Eu que desse boas uvas, apenas produziu agraços?» (Is 5,4). Terra ingrata! Ela, que deveria oferecer a seu dono frutos de doçura, trespassou-o com agudos espinhos. De igual forma os Seus inimigos, que deveriam ter acolhido o Salvador com toda a devoção da sua fé, coroaram-n'O com os espinhos da Paixão. Para eles essa coroa significava ultraje e injúria, mas aos olhos do Senhor, era a coroa das virtudes. [...]

Tende cautela, irmãos, para que não seja dito acerca dessa terra que vós sois: «Esperou que lhe desse boas uvas, mas ela só produziu agraços» (Is 5,2) [...]. Tenhamos cautela, para que as nossas más acções não firam, quais espinhos, a cabeça do Senhor. Foram os espinhos do coração que feriram a palavra de Deus, como diz o Senhor no evangelho quando conta que o grão do semeador caiu entre os espinhos, e que estes cresceram e sufocaram o que tinha sido semeado (Mt 13,7). [...] Velai portanto para que a vossa vinha não dê espinhos em vez de uvas; para que a vossa vindima não produza vinagre em vez de vinho. Todo aquele que faz vindima sem dela dar aos pobres recolhe vinagre e não vinho; e aquele que enceleira as suas colheitas de trigo sem delas distribuir aos indigentes, não é o fruto da esmola que põe de reserva, mas os cardos da avareza.

sábado, 3 de março de 2012

Quaresma e a Transfiguração do Senhor

No Segundo domingo da Quaresma, a igreja medita na Transfiguração do Senhor.
Sobre a Transfiguração Anastácio do Sinai (?-depois de 700), monge, em sua Homilia para a festa da Transfiguração, escreveu:

No monte Tabor, Jesus mostrou aos Seus discípulos uma maravilhosa manifestação divina, como que uma imagem pré-figurativa do Reino dos Céus. Foi exactamente como se lhes dissesse: «Em verdade vos digo, alguns dos que estão aqui presentes não hão-de experimentar a morte, antes de terem visto chegar o Filho do Homem com o Seu Reino» (Mt 16,28). [...] São estas as maravilhas divinas desta festa. [...] Porque é ao mesmo tempo a morte e a festa de Cristo que nos une. A fim de penetrarmos nestes mistérios com os discípulos escolhidos, escutemos a voz divina e santa que, como que do alto [...], nos convoca com urgência: «Vinde, gritai para a montanha do Senhor no dia do Senhor, para o lugar do Senhor e na casa do vosso Deus.» Escutai, para que, iluminados por esta visão, transformados, transportados [...], invoquem esta luz dizendo: «Que terrível é este lugar! Aqui é a casa de Deus, aqui é a porta do céu» (Gn 28,17).

Por conseguinte, é para a montanha que temos de ir, como Jesus fez, Ele que, lá como no céu, é o nosso guia e o nosso precursor. Com Ele brilharemos aos olhares espirituais, seremos renovados e divinizados na constituição da nossa alma; configurados à Sua imagem, seremos como Ele transfigurados – divinizados para sempre e transportados para as alturas. [...]

Apressemo-nos portanto na confiança e na alegria, e penetremos na nuvem, como Moisés e Elias, como Tiago e João. Como Pedro, sejamos arrebatados por esta contemplação e esta manifestação divinas, sejamos magnificamente transformados, sejamos transportados para fora do mundo, elevados desta terra. Deixa a carne, deixa a criação e volta-te para o Criador a Quem Pedro dizia, deleitado, fora de si: «Mestre, é bom estarmos aqui.» Sim Pedro, é verdadeiramente bom estarmos aqui com Jesus, e estarmos aqui para sempre.

Quaresma e o Pecado nos Crentes


Quaresma fala de conversão. Precisamos continuar lutando, pela Graça e com as armas da Graça, contra o pecado.
Existe pecado no crente?
João Wesley (século XVIII) escreveu um sermão sobre o Pecado no Crente. Wesley disse:

Há pecado naquele que está em Cristo? Permanece o pecado naquele que crê nele? Há qualquer pecado naquele que é nascido de Deus, ou está ele liberto do mesmo? Não pense alguém que isto seja apenas uma curiosidade ou que seja de pouca importância o decidirmos estar de um lado ou do outro. É do contrário um ponto de maior atualidade para todo cristão consciencioso, a solução daquilo que concerne a sua felicidade presente e futura.
Entretanto não sei se este ponto foi controvertido na Igreja Primitiva. Na verdade não havia razão para disputas sobre esse ponto, porque não havia divergência entre eles. Pois tanto quanto tenho observado, todos os cristãos antigos que nos deixaram qualquer coisa escrita declaram a uma voz que mesmo os crentes em Cristo enquanto não "são fortes no Senhor e na força do seu poder", precisam lutar "contra a carne e o sangue", contra a natureza má e mesmo contra "os principados e poderes"...
Uso indiferentemente as palavras regenerados, justificados e crentes visto que, embora não tenham precisamente o mesmo sentido, implicando a primeira numa mudança interna e atual, a segunda numa mudança relativa e a terceira nos meios pelos quais as outras duas se realizam, elas chegam ao mesmo objetivo, pois que todo aquele que crê é justificado e nascido de Deus.
Falo aqui do pecado interior; qualquer sentimento, paixão ou afeição pecaminosos, tais como o orgulho, a obstinação, o amor do mundo, de qualquer espécie ou grau, tais como, a cobiça, a ira e a queixa; qualquer disposição contra a mente que há em Cristo.
A questão não se refere ao pecado exterior, se um filho de Deus comete ou não pecado. Todos nós concordamos francamente no seguinte: "Todo o que comete pecado é do diabo", e "todo aquele que é nascido de Deus não comete pecado". Não inquirimos também se o pecado interior permanecerá sempre nos filhos de Deus, se o pecado continua na alma, enquanto ela está no corpo, nem se uma pessoa justificada pode cair no pecado exterior ou interior, mas simplesmente isto: "Fica um homem, justificado ou regenerado, liberto do pecado logo após a sua justificação? Não há então pecado no seu coração daí em diante, a menos que caia da graça"?...
Há em toda pessoa, mesmo depois da sua justificação, dois princípios contrários: natureza e a graça, chamados por S. Paulo a carne e o espírito. Daí o serem mesmo as crianças santificadas em
Cristo, embora o sejam apenas em parte. Até certo ponto, segundo a medida da sua fé, elas são espirituais, embora o sejam carnais num certo limite. De modo que os crentes são exortados continuamente a que estejam vigilantes contra a carne, o mundo e o diabo. A experiência constante dos filhos de Deus comprova isto. Enquanto sentem o testemunho em si mesmos sabem que a sua vontade não está totalmente submissa à vontade de Deus. Sabem que estão nele, mas o seu coração está pronto a desertar; tem uma tendência para o mal em muitos dos seus aspectos e a voltar as costas ao bem. A doutrina contrária é totalmente nova; a Igreja de Cristo nunca ouviu a respeito dela, desde a vinda do Mestre ao mundo, até o tempo do Conde Zinzendorf, e é responsável pelas conseqüências mais fatais. Ela elimina a nossa vigilância contra a nossa natureza má e contra a Dalila que ainda reside no nosso íntimo, embora os partidários dessa doutrina digam que ela já se foi. Ela destrói o escudo dos crentes fracos, priva-os da sua fé e, dessa maneira, deixa-os expostos aos assaltos do mundo, da carne e do diabo.
Mantenhamos, pois, a sã doutrina "uma vez dada aos santos" e por eles transmitida aos outros por meio da palavra escrita: "embora sejamos renovados, lavados, purificados e santificados no momento em que verdadeiramente cremos em Cristo, não somos totalmente, pois, a carne e a natureza má, embora vencidas, ainda continuam e guerreiam contra o espírito". Usemos, portanto, toda diligência "combatendo a boa peleja da fé". "Vigiemos e oremos", portanto, o mais possível, contra os inimigos internos. Façamos todo esforço por "tomarmos e vestirmos toda a armadura de Deus", de maneira que, embora "lutemos contra a carne e o sangue, contra os principados e os poderes, contra os espíritos ímpios nas alturas, possamos vencer no dia mau, e, tendo feito tudo, ficar firmes".
Sermões: "O Pecado nos Crentes.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Como vivem os Monges Anglicanos do Mosteiro da Santa Cruz - USA

Quem Somos

A porta da frente da Guest House no outono photo by Randy, OHCMosteiro da Santa Cruz faz parte daOrdem da Santa Cruz . Somos uma comunidade beneditina na Comunhão Anglicana / Episcopal Church, EUA .
A Ordem foi fundada pelo Padre James Otis Sargent Huntington, em Nova York em 1884. A comunidade se mudou de Nova York para Maryland antes de se instalar em West Park em 1902. Nossas instalações são compostas por 2 casas de hóspedes, a igreja do mosteiro de Santo Agostinho, ea clausura, localizados em vinte e seis acres magníficos na margem oeste do rio Hudson.
O ministério primário do Mosteiro da Santa Cruz é a convidados individuais e retiros grupo . Nossa Guesthouse está entre as maiores instalações de retiro monástica na Igreja Episcopal. Os quartos estão disponíveis para as dormidas de modo que você pode se unir a nós e explorar a dimensão espiritual de sua vida. Estimamos que cerca de 5.000 pessoas nos visitam a cada ano.
Além do nosso ministério convidado também fabricamos incenso , publicar e operar umlivro e loja de presentes .
O trabalho principal da comunidade é adoração e oração , que são os componentes centrais da nossa vida diária.


Adorar

A igreja do mosteiro de Santo Agostinho, foto por Br.  Randy, OHCCentral para a nossa vida de fé é a experiência de adoração. Nós convidamos você a compartilhar conosco em serviços regulares. A campainha toca cinco minutos antes de cada serviço está prestes a começar.
Começamos o dia com Matinas e durante a manhã celebramos a Eucaristia. Ao meio-dia, nos reunimos novamente na igreja para Diurnum e nosso dia de trabalho termina com as Vésperas. Depois do jantar, participamos Completas em antecipação do cuidado de Deus durante a noite.
Observamos festivais de acordo com o calendário litúrgico da Igreja Episcopal (com algumas adaptações). Você pode baixar uma cópia do nosso calendário de observâncias - conhecido como como a Ordo (veja abaixo).
Os visitantes são encorajados a vir para os serviços e participar como eles se sentem confortáveis. Muitos vão simplesmente sentar e ouvir as suas primeiras vezes na igreja do mosteiro. O Breviário Monástico, que inclui quase todas as orações ditas ou cantadas durante o escritório diariamente, estão disponíveis na entrada da igreja para quem quiser acompanhar ou até mesmo tentar cantar com os monges.

O Santa Cruz OrdoO Ordo

O Ordo da Ordem da Santa Cruz é o calendário oficial de festas e jejuns observados em o Download O Santa Cruz ORDOur comunidade juntamente com a sua posição ou grau de solenidade. Isto pode ser de grande ajuda se você quiser emular nossas comunidades monásticas em suas devoções. É usado em conjunto com "Breviário A Monástica" (West Park, NY: Santa Cruz Publications, 1976) para que o Ordo faz referências constantes.

Dom da Criação do Windows, Igreja ambulatorial em West Park, photo by Br.  Randy, OHCPrece de manhã

Matinas, ou o Gabinete da manhã, começa o dia com uma simples oração pedindo a Deus para abrir os lábios e com um convite à adoração comunitária, geralmente o Venite do Salmo 95. Continua com a recitação de um número de salmos as quais compreendem os textos principais para os serviços diários. O saltério, o livro de orações poéticas do Segundo Templo e do início da Igreja, expressa toda a gama de experiências religiosas e humanas e as emoções e é oferecido em nome de toda a humanidade. A leitura do Antigo Testamento, um cântico bíblico, e uma lição a partir do acompanhamento do Novo Testamento. Em seguida, cantar um hino celebrando a criação ou a marcação festa do dia ou estação igreja. O escritório atinge o seu clímax na recitação diária ou canto do Benedictus , canção de Zacarias da bênção (Lucas 1:68-79), em que convidamos "a aurora do alto" para quebrar em cima de nós. Credo dos Apóstolos é proclamada, a Oração do Pai Nosso é recitado eo oficiante reúne as nossas intenções na oração coleta ou compartilhado. Estamos, então, demitido para começar nosso dia de trabalho.

Comunhão na capela-mor da igreja do mosteiro de Santo Agostinho, foto por Br.  Randy, OHCSanta Eucaristia

A Sagrada Eucaristia, a Missa, a Divina Liturgia, a Sagrada Comunhão, embora conhecido por muitos nomes, este ato central do culto cristão nos une em um serviço da Palavra e do Sacramento para ser alimentado por Cristo, o Pão da Vida e para ser fortalecido para servir a Cristo em si e no mundo.Se oferecido com cerimonial elaborado acompanhado por música gloriosa, incenso e pregação, como convém aos domingos e grandes festas, ou no silêncio contemplativo de uma celebração simples de semana, o nosso Fundador Padre. Huntington nos lembra que, "todo o amor da paixão queima em cada Eucaristia, e nós ... são para ser acendido com que o amor."

Coro Plateia na Igreja Mosteiro de Santo Agostinho, foto por Br.  Randy, OHCDiurnum

Diurnum, ou o Gabinete do meio-dia, nos convida a uma pausa em nossas vidas ocupadas e refletir sobre o dia desdobramento, à luz da mensagem eterna de Deus. Um hino cantochão, uma pequena selecção de salmos cantados, tempo para a oração silenciosa, e uma conclusão coletar marcar a estrutura simples. O serviço termina com uma oração para aqueles que já passaram em: "Que as almas dos defuntos, pela misericórdia de Deus, descanse em paz."

Vela acesa, foto por Br.  Randy, OHCVésperas

Vésperas, ou oração da noite, reflete a estrutura de Matinas e traz o nosso dia de trabalho ao fim. Ela começa com o canto do Hilaron Phos, um hino antigo noite saudando o Cristo Luz, e é acompanhado por uma oferta de incenso aos domingos e festas maiores. Os salmos para o dia são cantados. A lição do Evangelho é lido. Um hino sazonal ou festivo é cantado. E como Matins, o serviço novamente atinge o seu ponto alto na recitação de um cântico do Evangelho, neste caso, o louvor do Magnificat de Maria-hino de louvor pelas misericórdias de Deus (Lucas 1:46-55). A Oração do Senhor, uma conclusão coletar e um despedimento completar o sacrifício da tarde.

Noite define na pousada foto, pela BR.  Randy, OHCCompletas

O Completas nome vem da palavra latina para 'completa: "É a oração da noite da Igreja, completando o ciclo monástico de adoração e inaugurou o silêncio da noite. O serviço começa com uma revisão do dia e uma confissão dos pecados corporativos. Um breve hino adequado para o período nocturno é cantado, na maioria das vezes o hino cantochão antiga "Para você, antes do fim do dia." Uma pequena selecção dos salmos é cantado em tonalidades simples, mas lamento. Um verso breve a partir da Escritura com seu responsório seguinte, em seguida, uma coleta pedindo proteção durante a noite chegando. O serviço conclui com o cântico terceiro Evangelho, o Dimittis Nunc, canção de Simeão de demissão (Lucas 2,29-32) e sua antífona invariável: "Guia-nos desperta, ó Senhor, e guardar-nos de dormir, que despertam podemos assistir com Cristo e dormindo, pode descansar em paz. "
 Todos são cânticos extremamente singelos e bonito. O Prior, em seguida, abençoa cada irmão e presente de hóspedes com água benta como um lembrete e renovação da nossa esperança batismal. Partimos da igreja em silêncio até o dia de amanhã.

Leia diretamente no site: http://www.holycrossmonastery.com/worship